14 de agosto de 2017

Prefeito promete restaurar Prédio do Relógio, que será sede da prefeitura de Porto Velho

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O Prédio do Relógio foi inaugurado em 1950 para sediar a administração da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré - Foto - Condecom

O Prédio do Relógio foi inaugurado em 1950 para sediar a administração da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré – Foto – Condecom

Suja e maltratada, a antiga sede da administração da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, mais conhecida como Prédio do Relógio, poderá voltar a ter a imponência de outrora, caso o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, cumpra a promessa de “restaurar” o sobrado construído em forma de locomotiva numa das mais antigas esquinas da Capital de Rondônia, formada pelas avenidas Farqhuar com Sete de Setembro.Na última sexta-feira (11), Hildon Chaves e o superintendente do Patrimônio da União, Israel Nogueira, assinaram o termo de cessão do edifício para o município.

Ismael Correia disse que o prefeito apresentou um projeto de revitalização do Prédio do Relógio e garantiu que vai cuidar do mesmo. “Ele quer revitalizar, dar mais harmonia, então entendemos que quem tem a melhor condição e recursos para se alojar ali é o município. E vendo a boa intenção do prefeito, a vontade que ele tem de avançar e restaurar essa imagem histórica de Rondônia e de Porto Velho a gente tomou a decisão de fazer essa cessão para que ele possa ficar à disposição da administração pública municipal”.

Segundo Chaves, a prefeitura tem um projeto de revitalização do centro histórico de Porto Velho para aumentar a visitação de turistas. Ele explicou que o prédio do relógio será sede do município porque as instalações vão permitir um melhor atendimento à população, “com mais conforto e dignidade”. O Palácio Tancredo Neves, onde atualmente funciona o gabinete do prefeito, será utilizado por uma das secretarias que estão em prédios alugados, o que vai gerar economia dos recursos públicos, conforme o prefeito.

O prédio do relógio foi inaugurado no dia 15 de janeiro de 1950, pelo então governador Joaquim Araújo Lima e pelo diretor da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, Ananias Ferreira de Andrade. O projeto arquitetônico da obra foi elaborado pelo arquiteto Armando Costa, do Rio de Janeiro, que se inspirou no formato de uma locomotiva, fato que nunca foi alterado. O prédio foi construído para ser a sede administrativa da Estrada de Ferro e abrigou diversos órgãos públicos, inclusive o extinto Beron – Banco do Estado de Rondônia.

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