18 de março de 2015

No Acre, cabeleireira enfrenta alagação com criatividade, trabalho e empreendedorismo

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A cheia do Rio Acre é avassaladora, mas muita gente encontra no fenômeno uma janela de oportunidades e superação

 Autor: assessoria

Kelly enfrenta a cheia com coragem e vai à luta para garantir o sustento da família - Foto Marcos Vicentti - assessoria

Não fosse um fenômeno triste e avassalador, a alagação fascinaria seus personagens. Muito mais pela superação de um evento inexorável, que mina as expectativas e a resiliência, ao mesmo tempo é aquele que abre oportunidades para a reconstrução das vidas. O palco: a Baixada da Habitasa, na Rua Bolívia, uma região antes nunca alagada até o dia 4 de março, quando o nível do Rio Acre cravou exatos 18,40 metros. A história, naquele momento começava a ser contada na vida de Kelly Katiane Lúcio da Silva, que hoje vive abrigada na casa da amiga, Francisca Nunes dos Santos, popularmente conhecida como Branca. A residência onde viviam Kelly, o marido José Nunes, e os filhos Pedro Veras, de 15 anos; Veras Lucas, 14, e Kallyane Veras, 13, ficou completamente debaixo d´água a duas quadras da casa de Branca, um sobrado alto, [quase] livre do aguaceiro que submergiu a Habitasa.
Branca ofereceu-lhe abrigo no mesmo sobrado onde aluga o salão que acabou fechado durante dias porque o volume das águas impedia o atendimento ao público. E já que as clientes não tinham como ir até o salão, o salão foi até as clientes. Com a canoa de madeira cedida por um amigo de Adalcimar, marido de Branca, a cabeleireira Kelly partiu para o interior da Habitasa alagada em busca das clientes. A cadeira de cabeleireiro era a única companhia da dupla.
Leia matéria completa no site da prefeitura de Rio Branco

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