12 de fevereiro de 2016

SOBRE VOOS E MEMÓRIAS

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• A “crise” que se pretendeu por causa do anúncio sobre a diminuição de vôos da Gol em Porto Velho, na verdade, não existe. Uma fonte explica que essas matérias veiculadas sobre redução de voos nada mais é do que uma tentativa para pressionar o governo a modificar a lei de incentivo fiscal para abrangê-la.

• Hoje temos 28 voos diários, e não 15 como tem sido divulgado. A Gol solicitou cancelamento dos slots 1, 2 e 3, mas ao mesmo tempo pediu ativação dos slots 4, 5 e 6. Ou seja, não mudou nada. Criou-se um factoide.

• É importante brigarmos para que a Azul (ou outra companhia) obtenha autorização para operar no trecho PVH/BSB – esse seria, de fato, prejudicado com a suspensão dos voos da Gol.

• A ponte sobre o Rio Madeira (batizada como Rondon-Roosevelt, apesar de pouca gente saber disso) tornou-se um novo cartão postal de Porto Velho. No seu entorno são disponibilizados passeios de barcos e a prática de rapel e “pêndulo humano”. Mais informações na empresa Amazônia Adventure, celular/whats +55 69 9256‑0007.

• A promoção do peixe pirarucu como um dos símbolos gastronômicos de Rondônia está sendo encabeçada pelo governo estadual. Chefs renomados, a exemplo do conde Fernando Von Noble, de Cacoal, já se manifestaram interessados em contribuir na ação projetada pela Setur.

• O Ministério Público Federal fez uma recomendação ao Estado para que tombe a antiga residência dos Resky, colocada à venda pelos herdeiros. • A velha casa, de 1917, é a primeira em alvenaria da capital; pertencia à família do libanês George Chediak Resky, comerciante que foi, proprietário de dois cinemas, panificadora, lojas e outras empresas na cidade. O imóvel está localizado à rua José de Alencar, esquina com rua Riachuelo, no centro de Porto Velho, próximo à avenida Sete de Setembro.

• Falando em patrimônio histórico, não é nada fácil a situação de Xapuri, no Acre, após a enchente do ano passado. As águas atingiram todos os imóveis históricos da cidade, inclusive a Casa de Chico Mendes. Outro prédio, o do Centro de Memória Chico Mendes, foi fechado em definitivo e (pasmem) colocado à venda.

• Chico Mendes é o personagem mais associado à Amazônia, em escala mundial. Passou a figurar no panteão da Pátria como herói, bem antes do presidentes da República. Por tudo o que representa, tornou-se a principal “marca” do Acre para atrair turistas. Além do que seu legado possibilitou a ascensão dos Viana que se perpetuam – junto com o PT – no governo do estado. Todo o cuidado com sua imagem é um bem que o Acre e seus governantes fazem a si mesmos.

• Para Rondônia, a boa notícia foi a publicação no Diário Oficial da União, ocorrida na semana passada, da homologação pelo Ministério da Cultura, do tombamento das antigas estações telegráficas de Rondon em Vilhena e Ji-Paraná. Ambos espaços estão em vias de serem revitalizados. Mãos à obra!

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[21/02/2016 - 17:17h] São 55 anos de música autoral. Tudo começou após assistir com a família um desfile de carnaval na avenida Presidente Dutra, numa terça-feira. Caiu forte chuva, e veio a inspiração. Tinha então 14 anos quando compôs a primeira marchinha.


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